domingo, 1 de março de 2015

Sobre uma das minhas animações favoritas.

Esse com certeza é um daqueles filmes que a gente assiste uma, duas, três vezes e parece não cansar nunca."É difícil imaginar origem mais humilde que a deste gênio que agora cozinha no Gusteau's" alguém já sabe de qual animação eu estou falando? É claro que é Ratatouille, uma animação lançada em 2007 pela Disney e Pixar, que merecidamente levou o Óscar de melhor animação em 2008. 
O filme como todo mundo já deve saber, conta a estoria de um ratinho chamado Rémy que assim como o lema de Gusteau's "Qualquer um pode cozinhar" sonha em se tornar um grande chef de cozinha na frança. É quando conhece Linguini, um jovem muito atrapalhado que vai pedir emprego, por sugestão de sua falecida mãe, no restaurante do também falecido Gusteau's . Depois de arruinar uma sopa que estava cozinhando, tenta disfarçar o acidente adicionando vários ingredientes, Rémy que presencia a cena, não consegue deixar a sopa daquele jeito, com seu faro e seu talento acaba transformando a sopa em um sucesso. Linguini passa a ser pressionado a repetir a façanha, mas sabe que só conseguiria com o ratinho, é então que começam a usar um truque de marionete, para que Linguine consiga reproduzir a sopa quando supervisionado, por fim Linguini descobre que é filho de Gusteau's e o restaurante recebe uma crítica excelente de um dos mais temíveis críticos da França Anton Ego, responsável pela morte de Gusteau's após um dura crítica ao chef. Anton come um tradicional prato do sul da frança chamado Ratatouille. O restaurante Gusteau's é fechado pela vigilância sanitária por infestação de ratos, mas eles acabam abrindo um outro restaurante chamado La Ratatouille em que enfim Rémy consegue se tornar um dos melhores chefs da França.

O mais incrível nessa belíssima animação é como ela consegue nos envolver, uma boa estoria, muito bem contada especialidade da Pixar, além de ter personagens incríveis que deixaram de lado aquele velho padrão dos brinquedos vivos ou de carros correndo de um lado para outro, Brad Bird (diretor do filme) nos levou para dentro da estoria, com belas paisagens francesas, a memorável torre Eiffel e canções que ficam em nossa mente sempre que olhamos a imagem de Rémy como "Le Festin de Camille". 

Um filme que de bobo não tem nada, que faz qualquer um gostar de animação, mesmo aqueles mais chatos. um longa sensível e apaixonante (não teria cenário melhor que a frança para essa estoria)  um dos meus prediletos, como já disse antes parece não cansar nunca, por fim somos presenteados com um lindo texto usado por Anton Ego "Nem todos podem se tornar grandes artistas, mas um grande artista pode vir de qualquer lugar" eu gosto de tudo no filme, a qualidade, os personagens, a direção, a música e acho que por isso eu sempre volto a assistir, e usando uma frase de Ego, "com muita fome".

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